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Análise tática de Cruzeiro 0 X 0 Náutico

Por Matheus Schuler

26/11/2021 às 16h36 Atualizada em 26/11/2021 às 16h40
Por: Redação
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Análise tática de Cruzeiro 0 X 0 Náutico

Em ritmo extremamente lento. Assim como o filme homônimo, o último capítulo do Náutico na Série B do Campeonato Brasileiro teve poucas emoções. Diante do Cruzeiro nesta quinta-feira (25), no Mineirão, o Timbu se mostrou apático e empatou sem gols pela 38ª rodada da Segundona; placar o faz terminar na 8ª posição, com 53 pontos.

Para a última partida da temporada, os alvirrubros foram a campo mantidos no 4-2-3-1, mas a escalação teve novidades. Sem Camutanga e Jean Carlos, de férias, Hélio dos Anjos optou por colocar Carlão e Jacob Murillo entre os 11; Hereda e Júnior Tavares voltaram às lateral direita e esquerda, enquanto que Thássio foi acionado na extrema.

Time da Rosa e Silva entrou com novidades nos titulares (Feito no Tactical Pad)

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COMO FOI

Jogando diante do Mineirão lotado e querendo fazer bonito para despedida de Rafael Sóbis, o Cruzeiro partiu para cima do Náutico desde o início. Com os blocos altos e pressionando o portador da bola, a Raposa forçou muito o erro do Timbu. Na primeira boa oportunidade, Marcelo Moreno aproveitou o vacilo da defesa pernambucana e finalizou para fora, escorregando na hora do arremate.

Se fechando num 4-4-2, os alvirrubros se compactaram o máximo que foi possível para dificultar as ações ofensivas dos mineiros, mas sem êxito.mineiros, mas sem êxito. Com finalizações de média e longa distância, os celestes seguiram assustando e quase abriram o placar em chute de Claudinho; a forte marcação interveio, por alguns momentos, as investidas.

Nos minutos finais da primeira etapa, os cruzeirenses baixaram suas linhas e começaram a permitir mais troca de passes em seu campo. Ainda assim, os pernambucanos encontraram dificuldades poder para abrir espaço na boa postura adversária. Os anfitriões voltaram a assustar com Giovanni, que foi servido na entrada da área e finalizou colocado para Anderson operar um milagre no Mineirão.

Raras investidas dos Timbus vieram em criação por dentro (Imagem: SporTV/Premiere)

No minuto seguinte, o arqueiro alvirrubro voltou a evitar o gol mineiro após tentativa de Eduardo Brock da intermediária. E foi a equipe da Rosa e Silva que, mesmo aos trancos e barrancos, quem teve a última oportunidade dos 45 minutos iniciais. Após bola alçada na área, Thássio foi mais veloz que os defensores e deu desvio despretensioso; por pouco não abriu o marcador.

Para o segundo tempo, Hélio dos Anjos realizou a primeira substituição e não alterou o sistema tático: Vargas entrou no lugar de Hereda, deixando Thássio na lateral direita. Apesar da mexida, a postura seguiu apática como durante a etapa inicial e os donos da casa tiveram a primeira boa chance depois de um vacilo; Anderson se atrapalhou na saída de bola e, ao lançar, chutou em cima de Marcelo Moreno, contudo saiu pela linha de fundo.

Laterais seguiram no ataque, mas alvirrubros pouco levaram perigo (Imagem: SporTV/Premiere)

Tentando dar novo fôlego aos seus comandados e testando novas peças, o comandante alvirrubro promoveu Paiva e Giovanny nos lugares de Álvaro e Murillo. As mudanças não surtiram o efeito esperado, mesmo continuando no 4-2-3-1, com os laterais se apresentando no campo ofensivo; poder criativo se manteve nulo.

Do meio para o fim, os alvirrubros ficaram mais retraídos e atraíram a equipe mineira, que passou a ser perigosa. Luiz Henrique e Guilherme Nunes foram a campo nas vagas de Carpina e Trindade, o que fez o Timbu formar um 4-5-1 ao ficar sem a bola, se compactando no setor defensivo e chamando o time cruzeirense.

Nos minutos finais, não por acaso, a Raposa chegou muito perto de balançar as redes. Na primeira tentativa, Rafael Sóbis bateu falta na área e Ariel Cabral cabeceou no chão, com a bola indo no travessão em seguida; na sequência, o mesmo Cabral recebeu na entrada da área e o chute saiu próximo à trave esquerda. No último lance, Felipe Augusto levantou na pequena área e Vitor Roque, de frente para o gol, perdeu chance incrível ao finalizar para fora.

Mesmo compactado, Náutico deu espaços para a Raposa criar (Imagem: SporTV/Premiere)
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Sobre Por Mateus Schuler. Analista de desempenho com formação pelo Sitrefesp. à frente do Blog Pernambutático e fã de futebol alternativo e futebol feminino
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